Meu nome é Bacca, Chewbacca.

chamado carinhosamente de chewieb 

ligacao direta

Hot Wire Your Car

Photo by D.B. Blas on Flickr
Photo by D.B. Blas on Flickr
Nine times out of ten, the words "hot wire" summon images of car thievery. Of course, anyone who's been stranded in a hostile environment without their car keys knows better. Here's the trick to getting your vehicle moving again.


This article is a wiki. Got extra advice? Log in and add it.


Contents

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What you'll need

  • Proof of ownership of the vehicle
  • Flathead Screwdriver
  • Wire strippers
  • Insulated gloves

Try the screwdriver

It's not pretty, but a screwdriver can save you some trouble.
It's not pretty, but a screwdriver can save you some trouble.
If you're considering hot wiring your car, chances are you're already in dire straights. Before making things worse by removing the ignition cover and making a general mess of your vehicle, it might be worth trying the old 'screwdriver in the ignition' trick. All this calls for is inserting a flathead screwdriver in the ignition and turning it over like a regular key. If the car starts, you've saved yourself the hassle and electrical hazards of hot wiring.

No such luck? Don't fret. You'll still need the screwdriver for the following steps. Just be sure not to get it stuck in the ignition cylinder. 

Remove the ignition cover

Be careful not to do permanent damage when removing the cover.  Photo by exfordy on Flickr
Be careful not to do permanent damage when removing the cover.Photo by exfordy on Flickr
Before continuing, be sure to exercise extreme caution. The following steps can result in painful electrical shocks, so follow the instructions carefully.


The first step to firing up the engine is gaining access to the wiring. Most cars have a large plastic panel that snaps together and covers the top and bottom of the steering column. You'll want to carefully remove these panels so that the tumbler (and the wires running into it) are exposed. At some point you'll want to put these pieces back together, so be sure to use a feather touch while separating them. 

Identify the battery and starter wires

Consult your vehicle's manual to get the correct wire color code.  Photo by eecue on Flickr
Consult your vehicle's manual to get the correct wire color code. Photo by eecue on Flickr
You'll typically see three pairs of wires running into the back of the cylinder. Don't start freaking out -- each pair just represents a different key position on the ignition. In short, one pair should trigger the battery-only position, another pair the lights and radio position, etc. Of course, this also means one of the pair is responsible for the final key position -- or, starting the car.

But here's where it gets tricky. Even though everything you need is laid out in front of you, there's no universal color system for the wires. Consulting your car's manual is probably the best way to find out your vehicle's specific color code. However, in a pinch the red pair is usually the set that provides power to the car, and the brown (which can be a single wire or a pair depending on the car) handles the starter. 

Strip and connect the power wires

Once you've located the wires that provide power to the car, disconnect them from the cylinder. Use the wire stripper to remove the plastic from the ends and then twist them together. The fruits of your labor should be obvious -- power to the dashboard, lights, and pretty much everything else in the car.

Connect the starter wires to the power wires

Here's where things get dangerous. Although connecting the power wires is relatively safe, the wires responsible for starting the car carry live current. Under no circumstances should you touch the bare starter wires! With that in mind, strip the insulation off the ends of the wires and carefully touch them together. You should see a resulting spark and hear the engine fire up. Once it's started idling, be sure to separate and cover the ends of the starter wires. They still pose an electrical hazard even after the vehicle has started, and you don't want them dangling around your knees.

TIP: This process may be slightly different for older cars. If you discover that the vehicle has a single starter wire (as opposed to a pair), you'll want to disconnect and handle the wire in the same fashion mentioned above. However, to start the car the starter wire must come in contact with the connected power wires. Once the engine has started, remove the starter wire from the circuit and cover its exposed tip.

Things to consider

  • This is illegal if you don'

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pequenos passos..

Asfalto de estradas e ruas será usado para gerar energia solar

Redação do Site Inovação Tecnológica
14/08/2008

Pesquisadores descobriram uma forma eficiente de transformar o calor do asfalto de rodovias, ruas e estacionamentos em uma fonte barata e não-poluente de energia. O asfalto, que fica extremamente quente sob o Sol, é utilizado como um coletor térmico da energia solar para gerar eletricidade.

Eliminação das "ilhas de calor"

Além de usar os milhões de quilômetros quadrados de asfalto já disponíveis em rodovias e ruas, gerando eletricidade ou água quente, o projeto ainda beneficia o meio ambiente e a qualidade de vida nas cidades, capturando o calor do asfalto e minimizando um efeito conhecido pelos urbanistas como "ilhas de calor."

Os pesquisadores do Instituto Politécnico Worcester, nos Estados Unidos, utilizaram testes em pequena e em larga escala, além de modelos computadorizados, para mensurar o potencial de captura do calor acumulado no asfalto e sua utilização para geração de energia.

Água quente e eletricidade

Os testes utilizaram termopares incorporados no asfalto, para medir a penetração do calor, e canos de cobre, para medir a eficiência com que o calor pode ser transferido para um fluxo de água. A água quente gerada pode ser utilizada diretamente em residências e indústrias, ou ser direcionada para um gerador termoelétrico para produzir eletricidade.

Outra vantagem verificada durante as pesquisas é que o asfalto retém o calor por várias horas depois que o Sol se pôs, transformando o sistema em uma opção mais eficiente do que as células solares fotovoltaicas.

Eficiência e custos

Testando várias composições de asfalto, os pesquisadores descobriram que a adição de agregados eficientes na condução de calor, como o quartzito, pode aumentar significativamente a absorção do calor do Sol pelas rodovias e ruas. Uma tinta especial também foi avaliada, reduzindo a reflexão da superfície do asfalto e fazendo com que ele absorva ainda mais calor.

Os pesquisadores estão agora passando para a etapa de avaliação dos custos de implantação do sistema. Para viabilizar economicamente o projeto, eles afirmam que será necessário substituir os tubos de cobre usados na pesquisa por um trocador de calor metálico projetado especificamente para essa tarefa, capaz de capturar a maior quantidade possível de calor do asfalto.

O trocador de calor será projetado de forma a poder ser incorporado nas rodovias e ruas já existentes durante o seu recapeamento, um processo de recuperação que normalmente ocorre a cada 10 anos de vida útil do asfalto.


http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=asfalto-de-estradas-e-ruas-sera-usado-para-gerar-energia-solar&id=010115080814

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maquinas biologicas

Robô é controlado por cérebro biológico artificial

Redação do Site Inovação Tecnológica
14/08/2008
Robô é controlado por cérebro biológico artificial
[Imagem: University of Reading]

Pesquisadores ingleses desenvolveram um robô controlado por um cérebro biológico, em vez dos tradicionais "cérebros eletrônicos," formados por um programa rodando em um microprocessador.

Cérebro biológico robótico

O cérebro biológico robótico é formado por um conjunto de neurônios cultivados em laboratório, colocados sobre uma rede de eletrodos conhecida como MEA (multi electrode array). São cerca de 300.00 neurônios de rato mergulhados em uma solução de nutrientes e antibióticos. Os neurônios fazem naturalmente conexões entre si e continuam a desenvolver novas conexões à medida que são estimulados.

O MEA utilizado é um pequeno recipiente circular, contendo em sua base cerca de 80 eletrodos que coletam os sinais elétricos gerados pelos neurônios e os repassa para os circuitos eletrônicos que controlam o corpo do robô. Os sinais coletados pelos eletrodos são então utilizados para controlar esses circuitos.

Ativando o cérebro artificial

Para estimular o cérebro robótico, os neurônios são ativados por sinais coletados pelos sensores do robô. Quando o robô se aproxima de um objeto, por exemplo, o sensor de proximidade envia seus sinais por meio dos eletrodos do MEA até os neurônios.

Em resposta, os sinais de saída dos neurônios são dirigidos para acionar as rodas do robô e fazê-lo virar para a esquerda ou para a direita. Com isto, os neurônios são levados a desenvolver um padrão de acionamento que faz com que o robô evite o obstáculo.

Ensinando o cérebro artificial

"Esta nova pesquisa é tremendamente entusiasmante porque, primeiramente, o cérebro biológico controla seu próprio corpo robótico móvel e, em segundo lugar, ele irá nos permitir investigar como o cérebro aprende e memoriza sua experiência. Esta pesquisa fará avançar nosso entendimento de como o cérebro funciona, e poderá ter um efeito profundo em muitas áreas da ciência e da medicina," diz o professor Kevin Warwick, da Universidade de Reading.

Warwick e sua equipe agora vão tentar fazer com que o robô aprenda, aplicando sinais diferentes ao seu cérebro biológico quando ele chegar em locais predeterminados. Os cientistas esperam que, à medida que o aprendizado do robô avance, seja possível verificar como a memória se manifesta no cérebro. Isto poderá ser feito verificando o padrão de acionamento dos neurônios quando eles voltarem aos locais já visitados.

Outros cérebros biológicos para robôs

Esta é mais uma pesquisa em uma área promissora, que busca tanto estudar o funcionamento do cérebro humano, quanto desenvolver cérebros artificiais biológicos para o controle de robôs.


http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=robo-e-controlado-por-cerebro-biologico-artificial&id=010180080814


maquinas biologicas

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multitouch no osx desktop

Full-Screen Mac OS X Multitouch Magic 

- Christian Moore's open framework enables true multitouch interaction in Mac OS X

By: Filip Truta, Apple News Editor 

All Windows fans still hoping their favorite OS can stand tall when this thing comes out better bring some solid proof because I can see this shaping up the industry like nobody's business. Developed by Christian 
Moore, not Apple, the Full-Screen Multitouch Mac OS X is alive and kicking. An interview with the man himself has revealed it can actually work under any OS, and even a web browser, but I get the feeling the Mac is going to be using its true potential first, and best.

Scroll down for the full-screen multitouch Mac OS X video demonstration.

Christian Moore told Gizmodo that his Lux free open framework enables true multitouch interaction in Mac OS X, with complex user interfaces and object manipulation. The video, (made on a MacBook, by the way) is actually "all AS3 running in Flash 9 over Mac OS X," Moore claims, "but you can integrate it with any development system and platform," as he puts it. Moore has been working on this open source framework "for experimenting with user interfaces." "It's more a general framework than targeting one main deployment platform," he revealed to the publication.

Naturally, Moore used Flash "because it's fast to prototype in." Still, he had to break the software into several segments. Moore explains: "One C++ application that tracks hands that talks to Flash... WPF... or another C++ app... and basically everything you can imagine. You can enable multitouch in any environment, like Cocoa... Using Flash for this demo was the fastest way for us at the moment," he said.

And while Christian Moore did the core system, he only required help from a handful of people from the NUI Group to deliver demos.

Care to know what Christian developed most of the Lux framework on? A cardboard box with a webcam stuck to the bottom of it.

The full Christian Moore interview is available at gizmodo.com.

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Full-Screen Multitouch Mac OS X demonstration:

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manual sobre carbono

Manual de Capacitação
Mudança Climática e Projetos de 
Mecanismo de Desenvolvimento Limpo

CGEE | 2008

O estudo propõe verificar o potencial de empresas e instituições estaduais e municipais para oportunidades de negócios no mercado de carbono. Além da atualização do documento Oportunidades de projetos de MDL para setores produtivos, elaborado pelo CGEE em 2006, o estudo identifica instituições brasileiras aptas a atuarem como Entidades Operacionais Designadas.

Um produto do estudo é o Manual de Capacitação Sobre Mudança do Clima e Projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), lançado na 60ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em julho de 2008. O Manual é o principal material de apoio para os cursos do Programa de Capacitação Sobre Mudança do Clima e Projetos de MDL, organizados pelo CGEE em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os cursos têm a finalidade de habilitar empresários e responsáveis municipais e estaduais para adoção de medidas de redução de emissões e elaboração de projetos de MDL.

Em sua conclusão, o trabalho destaca o esforço brasileiro na criação de um cenário propício para a implementação de projetos de MDL. Entre as recomendações sugeridas estão a difusão de informações sobre o potencial do mercado de carbono, bem como a agilidade na definição dos critérios para o segundo período de compromisso do Protocolo de Quioto, o que facilitará a execução de uma política nacional de mudanças climáticas no Brasil.

Acesse outros estudos na área de mudanças climáticas em nossa busca por produtos.

Capa Mudança Climática

Faça o Download

Download Documento (Íntegra) - 7MB


Se o link nao tiver funcionando eu baixei o doc.



Daniel "Chewie" Sanchis

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limpeza lente anti reflexo

  Limpeza de uma Lente com Anti-Reflexo

Existem muitos produtos no mercado para limpeza das lentes com anti-reflexo, porém o melhor de todos continua sendo a água e detergente neutro, isto é, nada substitui ainda uma boa lavagem das lentes. A forma ideal para lavar as lentes é:


Molhe as lentes com água
corrente.

Pegue um pedaço de algodão umedecido e passe o sabonete ou detergente neutro.

Esfregue gentilmente as superfícies das lentes.

Enxágue.

Seque com um pano macio ou papel absorvente sem esfregar as lentes, mas apenas apertando o papel ou pano contra a superfície.
ATENÇÃO: Molhe as lentes primeiro. Nunca tente limpá-las a seco. Usar detergente ou sabão neutro. Nunca utilize sabonete que contém creme. Nunca utilize produtos químicos para limpeza tais como: álcool, acetona, tinner, etc.

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dois links

Aprenda a falar chines com videos

Meus links



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recuperar xbox360 com 3rl - 3 luzes vermelhas

360] concerte vc mesmo a 3rl com 1 real oO' [-fake][+ajuda][+povao]


ou povo nem eh piadinha nem fake, eh pra ajudar o povao da 3rl, e o melhor nada de tecnicos careiros, tudo sai por 1 real , sei que aqui nem eh secao xbox mas tem muita gente aqui que tem e precisa

o texto eh facil de entender, parece grande mas eh ligeiro

prah nao perder o costume hehehe.... foi de lah mesmo que eu copiei hehehe



TUTORIAL: Modificação dos calços de borracha ? Solução para as 3RLs código 0102

Introdução: A pedidos, segue o tutorial de como venci as 3RLs. Só perdoem meus erros de português e minhas fotos desfocadas...
Primeiro meu "disclaimer": somente siga meus tutoriais se tiver alguma prática com equipamentos eletrônicos, tipo PC. É fácil, mas também é fácil de fazer besteira. Não assumo nenhuma responsabilidade por danos ao seu 360, siga por sua conta e risco. Sempre trabalhe em uma mesa plana, e certifique que você não está carregado com eletricidade estática antes de mexer nos componentes (basta tocar em alguma superfície metálica para descarregar qualquer eletricidade estática, mas não tabalhe com roupas de lã, etc, de modo a não produzir mais eletricidade).
Agora, um pouquinho da minha experiência com as 3RLs. Meu console começou a travar. No começo, só de vez em quando. Depois frequentemente, logo após iniciar um jogo. No final, deu as fatais 3 luzes vermelhas. O console do meu irmão deu o mesmo problema, mas o dele travava com erros gráficos na tela. O meu congelava a tela, o dele dava artefatos, em geral a tela ficava com aspecto quadriculado. Tentei várias soluções nos dois consoles: aquecer os chips, tentar reforçar a solda da CPU e GPU com uma pistola de calor, etc. Voltava a funcionar, mas depois de alguns dias, o problema retornava.
No final de muita experiência, descobri a causa do problema: mau contato nas quatro memórias localizadas na parte inferior da motherboard. Realmente, colocar as memórias ali, ou redor da GPU que produz muito, mais muito calor mesmo, e utilizar solda BGA sem chumbo nessas memórias não foi uma boa idéia de projeto... O problema é que a GPU esquenta, amolece a solda, e com o tempo, a gravidade ?puxa? as memórias para baixo, causando o mau contato. Não importa se seu console fica na horizontal ou vertical, a gravidade atua do mesmo jeito nessas memórias. Se eu pressionasse essas memórias, o console voltava a funcionar. Mas logo a gravidade causava novamente o mau contato. Era preciso um tipo de calço para manter as memórias no lugar. Testei vários materiais e cheguei a solução apresentada abaixo. Não precisa fazer nenhuma modificação física no console (pode reverter para o estado original facilmente), nenhum fan adicional é necessário, nem ressoldar nenhum chip. É muito simples e eficiente. As memórias em si não aquecem, quem aquece é a GPU (e passa o calor para as memórias). A borracha é o melhor material para esse mod, pois é isolante térmico e elétrico. O importante é pressionar as memórias para elas ficarem bem presas na placa-mãe.

Acredito que essa seja a causa de 99% dos problemas do 360. Muitos sintomas diferentes podem acontecer, deste simples travadinhas, até severos erros gráficos, porque como a memória do 360 é unificada e compartilhada pela CPU e GPU, diferentes componentes que acessam a memória com mau contato vão causar diferentes sintomas. E pode ser apenas uma das quatro memórias que apresente maior mau contato. Já arrumei vários 360 com essa solução, e o mais antigo está funcionando a mais de quatro meses sem nenhum problema. Podem confiar.

O que você vai precisar:

Para abrir o Xbox 360:



- 1 chave torx T8
- 1 chave torx T10
- 1 chave de fenda normal com cabeça pequena
- 1 clips de papel

Para os calços:



- 1 estilete
- 1 cola em bastão
- 1 borracha branca tipo plástica (tipo a da Faber Castell que vem em um estojinho verde). Não use outro tipo de borrachas, mais puras, porque elas ressecam com o calor, diminuindo de tamanho e perdendo a eficiência dos calços

Obs.: as chaves tipo torx você encontra em lojas de ferramentas ou até em supermercados. Existem kits com 10 chaves em tamanhos diferentes, mas geralmente esses kits são de baixa qualidade, e as chaves vão durar pouco. Recomendo comprá-las individualmente em lojas de ferramentas (devem custar aprox. R$ 6,00 cada).

PASSO 1: desmontando o Xbox 360

- Siga meu tutorial http://www.portalxbox.com.br/e107_pl...ic.php?62214.0 para desmontar o Xbox 360. Retire a motherboard da carcaça metálica. Não é necessário retirar os dissipadores da CPU e GPU.



- Vire a motherboard de ponta cabeça. Ao redor da GPU (aquela que está sob o dissipador mais baixo) você deve ver 4 memórias, 2 na lateral e 2 a frente. São essas as problemáticas memórias.



Obs.: os consoles Xbox 360 mais novos, com fabricação a partir de julho de 2006, podem já vir com 4 pequenas mantas térmicas cobrindo as memórias. O pessoal acha que é para ajudar na dissipação do calor, mas eu não creio. As memórias produzem pouco calor (a grande quantidade de calor vem da GPU muito próxima). Minha opinião é que a Microsoft se atentou para o problema e tentou solucioná-lo, mas as mantas não produzem a pressão necessária para manter as memórias no lugar. Caso seu console já venha com essas mantas, retire-as com cuidado e guarde-as (para se algum dia você venha a querer deixar seu 360 original novamente).

PASSO 2: cortando os calços de borracha

- Agora vamos cortar a borracha em 4 pequenos calços. Com o estile, corte 4 ?fatias? da borracha, com mais ou menos 0,4 cm de espessura.



- Depois de cortadas as fatias, corte a lateral delas para que elas fiquem com o tamanho das memórias (um pouquinho maiores). Deixe 2 das fatias ligeiramente mais grossas.



- Com um pouco de cola em bastão, cole cada calço sobre as quatro memórias. Gosto de usar aquelas um pouquinho mais altas para as memórias que estão ao lado da GPU. Deixe secar alguns minutos. Não precisa colar muito forte, a cola é bem pouca, apenas para segurar os calços enquanto você vira a motherboard para recolocá-la na carcaça metálica.



PASSO 3: recolocando a motherboard

- Coloque a motherboard dentro da carcaça metálica. Cuidado para não soltar os calços ou prende-los nos baixos relevos do fundo da carcaça metálica. Você vai perceber que com os calços, a motherboard deve ficar um pouco mais ?alta? dentro da carcaça. Veja minha foto que mostra o alinhamento do botão de sync da frente da motherboard e o orifício da carcaça, ele deve ficar um pouco desalinhado para cima. Mas somente um pouco, queremos um pouco de pressão sobre a motherboard (nas memórias) quando a parafusarmos. Mas não deve ser muito a ponto de vergar a motherboard.



- Pressione a motherboard dentro da carcaça. Coloque a daughterboard wireless da frente da carcaça para ajudar a segurá-la no lugar, mas não a parafuse ainda. Segurando a motherboard dentro da carcaça, vire o console de ponta cabeça (continuando a segurar a placa lá dentro, né!).
- Com esse apoio, comece a parafurar os pequenos parafusos pretos que seguram a CPU e GPU. Parafuse-os em forma de X: primeiro um canto, seu oposto, depois o outro canto e seu oposto. Parafuse tanto a GPU como a CPU, mas não precisa apertar muito (não force, para quando sentir que o parafuso não aperta mais). Você vai perceber que já colocou uma certa pressão para que a motherboard fique no lugar.
- Agora parafuse os 9 pequenos parafusos que prendem a motherboard à carcaça. Comece com os da parte da frente da motherboard, que são três, mas parafuse apenas os 2 externos. Não aperte muito. Parafuse os 2 da parte traseira, e depois passe a parafusar os 2 que se encontram em cada lateral. Volte e parafuse o que ficou faltando na frente. A razão para parafusar desse jeito é para ir distribuindo a pressão ao longo da motherboard. Agora pode verificar se todos esses parafusos estão razoavelmente bem apertados. Verifique para que a motherboard fique com uma leve pressão, os calços não devem ser muito altos. Se você olhar agora o botão de sync ele deve estar perfeitamente alinhado com a carcaça (se não está os calços estão muito altos) significando que existe uma boa pressão na motherboard, distribuida nos quatro calços das memórias (a força se concentra nas memórias).
- Vire o console novamente para cima. Parafuse os três parafusos da daughterboard wireless.
- Recoloque a capa branca que liga as fans aos dissipadores.
- Coloque novamente o drive DVD, tendo cuidado de afastar o botão de eject um pouco para frente. Reconecte os cabos de força e de dados.
- Agora devemos passar a testar a solução (antes de fecharmos o console em definitivo).

PASSO 4: primeiro teste para aquecer as memórias

- Estamos prontos para o primeiro teste. Veja que não colocamos as memórias completamente no lugar ainda, é necessário um pouco de calor para amolecer suas soldas e a pressão dos calços de borracha colocá-las no lugar.
- Para tanto, ligue seu 360. Nesse instante ele está sem HDD, não precisa rodar nenhum jogo, deixar no dashboard basta. Se ao ligá-lo ainda estiver apresentando as 3RLs ou algum erro, não se preocupe, é normal, pois como disse, é necessário algum calor para ele funcionar da primeira vez. Deixe o 360 ligado por uns 5 a 10 minutos. Você vai perceber que os dissipadores esquentam muito (imagine então a GPU e as memórias abaixo deles).
- Passados 10 minutos, desligue o console. Pronto, o calor amoleceu a solda das memórias, e a pressão dos calços colocou elas no lugar e vai impedir que elas saiam novamente, mesmo com o calor da GPU (a solda pode voltar a amolecer, mas a borracha prende a memória no lugar). O problema deve ter desaparecido e agora o 360 sempre liga de primeira (a esquentadinha é só da primeira vez que você faz o conserto). As vezes pode ligar já de primeira, mas como as memórias estavam meio soltas, pode ser necessário esperar essa primeira esquentada.
- Recomendo testar um pouco com a carcaça aberta. Pode ser que você ainda tenha algum problema eventual com as 3RLs, devendo fazer algum ajuste nos calços. Veja que eles tem que apoiar as quatro memórias simultaneamente, se você deixar algum deles muito alto, outro pode perder o contato com a carcaça metálica e ficar meio ?flutuando? não apoiado, e não vai segurar a memória no lugar de maneira eficiente. Também veja que as memórias situadas na lateral da GPU ficam bem sobre o X em baixo relevo da carcaça metálica. Se você não tiver cuidado quando recolocar a motherboard dentro da carcaça, esses calços podem enroscar no baixo relevo e sair de posição. Se eventualmente voltarem as 3RLs, abra novamente o console e verifique se os calços estão nas posições corretas. Se sim, pode ser que eles ou estejam desalinhados na altura ou muito baixos. Comece com novos calços mais altos, e vá experimentando com o console aberto (lembre-se sempre de parafusar todos os parafusos cinzas pequenos e os pretos, pois eles mantem a motherboard no lugar e geram a pressão nas memórias), diminuindo a altura dos calços até que fiquem com uma altura onde ainda gerem pressão nas memórias e as 3RLs não voltem.
- Aí feche seu console em definitivo, colocando de volta a parte superior da carcaça plástica, cuidando com o encaixe da parte metálica. Vire novamente o console de ponta cabeça, e parafuse os 6 parafusos cinza compridos que prendem as duas partes da carcaça. Recoloque a parte inferior da carcaça plástica. Primeiro clique a parte traseira, pressionando ligeiramente onde existe cada um daqueles pequenos orifícios. Depois prenda a parte da frente. Recoloque as tampas laterais, pressionando-as levemente. Recoloque o pézinho de borracha que você retirou do lado da tampa do HDD. Recoloque o faceplate e o HDD.

Não recomendo nenhum mod extra, ou mesmo fans adicionais. O Xbox 360 esquenta mesmo. Basta deixá-lo em uma superficie lisa, bem ventilada (com espaço nas suas laterais). Recomendo deixar o console na horizontal, porque aumenta os orifícios de ventilação.

FIM. Veja que é tão simples que o que demora mesmo é abrir o console. Vamos difundir essa idéia e ajudar as pessoas da nossa comunidade que enfrentam esse problema. Mesmo que o problema dele não seja esse (acredito que sempre é) a solução é tão simples que vale a pena tentar. E como não envolve nenhuma modificação definitiva, pode ser facilmente desfeita. Podem divulgar. Só peço que me dêem crédito pela idéia. E nos vemos nos forums e na Live.

Chiaroscuro (aka Marcelo na vida real)
Xbox Live Gamertag: MrChiaroscuro


 
http://forum.outerspace.com.br/showthread.php?t=72416&page=1


--
Daniel "Chewie" Sanchis

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porque as estrelas nao sao verdes

Why are there no green stars?

Go outside on a dark, moonless night. Look up. Is it December or January? Check out Betegeuse, glowing dully red at Orion's shoulder, and Rigel, a laser blue at his knee. A month later, yellow Capella rides high in Auriga.

Is it July? Find Vega, a sapphire in Lyra, or Antares, the orange-red heart of Scorpius.

There are no green stars!In fact, any time of the year you can find colors in the sky. Most stars look white, but the brightest ones show color. Red, orange, yellow, blue… almost all the colors of the rainbow. But hey, wait a sec. Where are the green stars? Shouldn't we see them?

Nope. It's a very common question, but in fact we don't see any green stars at all. Here's why.

Take a blowtorch (figuratively!) and heat up an iron bar. After a moment it will glow red, then orange, then bluish-white. Then it'll melt. Better use a pot holder.

Why does it glow? Any matter above the temperature of absolute zero (about -273 Celsius) will emit light. The amount of light it gives off, and more importantly the wavelength of that light, depends on the temperature. The warmer the object, the shorter the wavelength.

Cold objects emit radio waves. Extremely hot objects emit ultraviolet light, or X-rays. At a very narrow of temperatures, hot objects will emit visible light (wavelengths from roughly 300 nanometers to about 700 nm).

Mind you — and this is critical in a minute — the objects don't emit a single wavelength of light. Instead, they emit photons in a range of wavelengths. If you were to use some sort of detector that is sensitive to the wavelengths of light emitted by an object, and then plotted the number of them versus wavelength, you get a lopsided plot called a blackbody curve (the reason behind that name isn't important here, but you can look it up if you care — just set your SafeSearch Filtering to "on". Trust me here). It's a bit like a bell curve, but it cuts off sharply at shorter wavelengths, and tails off at longer ones.

Here's an example of several curves, corresponding to various temperatures of objects (taken from online lecture notes at UW:

Blackbody curves

The x-axis is wavelength (color, if you like) color, and the spectrum of visible colors is superposed for reference. You can see the characteristic shape of the blackbody curve. As the object gets hotter, the peak shifts to the left, to shorter wavelengths.

An object that is at 4500 Kelvins (about 4200 Celsius or 7600 F) peaks in the orange part of the spectrum. Warm it up to 6000 Kelvin (about the temperature of the Sun, 5700 C or 10,000 F) and it peaks in the blue-green. Heat it up more, and the peaks moves into the blue, or even toward shorter wavelengths. In fact, the hottest stars put out most of their light in the ultraviolet, at shorter wavelengths than we can see with our eyes.

Now wait a sec (again)… if the Sun peaks in the blue-green, why doesn't it look blue-green?

Ah, this is the key question! It's because it might peak in the blue-green, but it still emits light at other colors.

Look at the graph for an object as hot as the Sun. That curve peaks at blue-green, so it emits most of its photons there. But it still emits some that are bluer, and some that are redder. When we look at the Sun, we see all these colors blended together. Our eyes mix them up to produce one color: white. Yes, white. Some people say the Sun is yellow, but if it were really yellow to our eyes, then clouds would look yellow, and snow would too (all of it, not just some of it in your back yard where your dog hangs out).

OK, so the Sun doesn't look green. But can we fiddle with the temperature to get a green star? Maybe one that's slightly warmer or cooler than the Sun?

It turns out that no, you can't. A warmer star will put out more blue, and a cooler one more red, but no matter what, our eyes just won't see that as green.

The fault lies not in the stars (well, not entirely), but within ourselves.

Our eyes have light-sensitive cells in them called rods and cones. Rods are basically the brightness detectors, and are blind to color. Cones see color, and there are three kinds: ones sensitive to red, others to blue, and the third to green. When light hits them, each gets triggered by a different amount; red light (say, from a strawberry) really gets the red cones juiced, but the blue and green cones are rather blasé about it.

Most objects don't emit (or reflect) one color, so the cones are triggered by varying amounts. An orange, for example, gets the red cones going about twice as much as the green ones, but leaves the blue ones alone. When the brain receives the signal from the three cones, it says "This must be an object that is orange." If the green cones are seeing just as much light as the red, with the blue ones not seeing anything, we interpret that as yellow. And so on.

So the only way to see a star as being green is for it to be only emitting green light. But as you can see from the graph above, that's pretty much impossible. Any star emitting mostly green will be putting out lots of red and blue as well, making the star look white. Changing the star's temperature will make it look orange, or yellow, or red, or blue, but you just can't get green. Our eyes simply won't see it that way.

That's why there are no green stars. The colors emitted by stars together with how our eyes see those colors pretty much guarantees it.

But that doesn't bug me. If you've ever put your eye to a telescope and seen gleaming Vega or ruddy Antares or the deeply orange Arcturus, you won't mind much either. Stars don't come in all colors, but they come in enough colors, and they're fantastically beautiful because of it.

Note: this is not the end of the story. There are green objects in space, and some stars do appear green… but that's for another post, coming soon. Promise.

July 29th, 2008 by Phil Plait in Astronomy, Cool stuff, Science | 142 comments | RSS feed | Trackback >



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Daniel "Chewie" Sanchis

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